Frete mínimo não é “aumentar preço”, é reduzir conflito

Frete mínimo não é “aumentar preço”, é reduzir conflito

Se você contrata transporte, já viveu uma cena parecida: o frete foi combinado, a coleta acontece, e no meio do caminho surge discussão sobre valor, prazo, tipo de veículo, número de eixos, pedágio, espera, restrição de recebimento. Resultado, estresse, retrabalho e, às vezes, entrega fora do combinado.

O piso mínimo existe justamente para criar uma referência regulatória, a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, instituída pela Lei nº 13.703/2018, com a finalidade de promover condições mínimas para a realização de fretes no país.

Em janeiro de 2026, a ANTT concluiu uma revisão técnica e trouxe atualização que impacta diretamente o dia a dia de quem negocia frete.

O que mudou em 2026, em termos práticos

A ANTT comunicou que a revisão mantém a estrutura legal, mas refina a metodologia e atualiza coeficientes, deixando o piso mais aderente ao custo operacional real. O objetivo declarado é dar mais clareza nas negociações, reduzir conflito contratual e aumentar segurança jurídica. A norma entrou em vigor em 20/01/2026, dentro do calendário semestral de atualização do piso mínimo.

Em outras palavras, não é “só um número novo”, é um ajuste de base que mexe na conversa de cotação.

O erro que mais custa caro, cotar no escuro

A maior parte dos conflitos não nasce do preço, nasce da falta de informação.

Quando a cotação vem com dados incompletos, a operação vira um jogo de adivinhação:

  • Qual é o veículo adequado, eixos, capacidade?
  • A carga é fracionada, lotação, paletizada?
  • Existe janela de recebimento?
  • O destino tem restrição de horário, doca, agendamento?
  • Quem recebe, qual contato, qual telefone?

Sem isso, o “frete barato” costuma virar o “frete caro”, porque o custo aparece depois, na ocorrência, na reentrega, na espera e no retrabalho.

Como a Transjardini enxerga esse jogo

Para uma transportadora regional, o diferencial não é “fazer frete”, é tirar o cliente do improviso e colocar o transporte dentro de um padrão: informação clara, prazos realistas e execução consistente.

Isso conversa com a proposta de valor do projeto, logística regional que distribui confiança e eficiência, sem depender de promessa vazia.

Se você quer cotar com clareza, com rota, janela e padrão de informação, fale com a equipe da Transjardini. A gente prefere combinar bem antes, para entregar sem ruído depois.

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